sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Obirici - a escultura da índia desesperada


 A escultura em estilo clássico da Índia Obirici é talvez um dos mais belos monumentos de Porto Alegre. As formas sensuais da Índia encantam pela naturalidade imprimida pelo autor da obra. Com braços erguidos, num gesto desesperom ela suplica a Tupã, que o Deus venha buscá-la. 
  





Lenda

Obirici, por nervosismo, teria perdido um torneio de arco e flecha, cujo prêmio era o amor do Guerreiro Upatã. Triste, ela sentou-se em baixo de uma figueira onde ergueu os braços e chorou até que Tupã a levasse embora. Das lágrimas das Obirici nasceu um pequeno riacho que corria sob areias, entre colinas verdejantes. Com passar dos tempos, as índias que perdiam seus bravos em batalhas iam até o tal riacho buscar consolo nas lágrimas de Obirici.


(Lenda registrada por José Antônio Vale Caldre Fião, 1756, colhida de um Índio chamado Vicente, foragido da guerra dos Sete Povos das Missões)






 A estátua de Obirici fica sob o viaduto de mesmo nome nas confluências das Avenidas Brasiliano Índio de Morais, Plínio Brasil Milano e Assis Brasil.




  
A bela escultura está numa praça obscura, sem iluminação própria, numa posição que impede inclusive que se possa apreciar a expressão facial da Índia. 











quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

domingo, 14 de outubro de 2012

Bruxas curandeiras da Ilha da Pintada...

 
As primeiras Bruxas da Ilha da Pintada eram benzedeiras e parteiras, conheciam segredos de plantas medicinais e sempre foram respeitadas na comunidade que viviam. Claro que no príncipio eram rejeitadas pela Igreja Católica e por isso  preferiam ficar nas Ilhas. Diferentes da mitologia Européia, elas não usavam chapéu pontudo e nem voavam em vassouras, mas preferiam pequenos barcos ou cavalgar em cavalos. Na época em que os recursos das pessoas eram escassos, elas se destacavam, contribuindo com a comunidade. Algumas delas podiam também fazer simpatias e desmanchar feitiços de Bruxas más. Geralmente viúvas e solteiras, estas curandeiras viviam em pequenos casebres às margens de rios, numa época em que a Ilha da Pintada era ocupada apenas  por famílias de pescadores. Por serem Bruxas solitárias, o conhecimento delas  sempre passou de de mãe para filha, por várias gerações.  Além da Ilha da Pintada, estas Bruxas ocupavam outras Ilhas como por exemplo: Ilha das Flores e  Ilha Grande dos Marinheiros. Nos dias de hoje, elas são poucas e também mais discretas, passando despercebidas e ainda são procuradas para fazer benzeduras. Por falar nisso, tem geração de novas Bruxas na Ilha da Pintada. Por isso, não estranhe se, ao invés de vestidos longos, elas estiverem de calça jeans.



A Ilha da Pintada faz parte do Arquipélago que pertence a Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Lobisomens da Ilha da Pintada...



"É noite de lua cheia. A partir da meia-noite os cães começam a uivar e o vento balança os galhos das árvores. Os moradores da Ilha da Pintada já estão recolhidos em suas casas e escutam, entre os uivos dos cães, um uivo diferente, mais estridente e assutador. A criatura que uiva é conhecida como lobisomem..."

Isto era um acontecimento comum  quando os moradores da Ilha da Pintada tinha suas casas iluminadas por lampiões, velas e fogões a lenha. Nos dias de hoje, em pleno século XXI, histórias sobre lobisomens ainda são contadas. Além do uivo, algumas pessoas já viram a fera. Quem viu, alega que é um ser meio-homem e meio-fera, peludo, com dentes e garras animalescas. Se você cruzar com a fera, é melhor ficar na sua, não provoca-lo ou vai ter que correr muito para não ser atacado. Tem um caso de um guarda que foi espantar uns cães e viu, perto deles um lobisomem e deu um tiro com a espingarda. O lobisomem rosnou e foi atrás do guarda que, apavorado, correu como nunca correu antes. Isto aconteceu  a uns vinte anos atrás. Mas a casos recente também. Em 2008, uma garota viu um lobisomem na rua Nossa Senhora da Boa Viagem. Assustada, correu para sua casa que ficava por perto e trancou a porta além de querer bloquea-la com qualquer móvel.
Além da Ilha da Pintada, os lobisomens já foram vistos na Ilha das Flores e Ilha Grande dos Marinheiros. Os lobisomens destas Ilhas não é considerado agressivo como os do cinema mas, é melhor não provoca-los e eles são vistos nas noites de lua cheia. 
 
 
 
 

Lobisomens de cerãmica da Ilha da Pintada feitos por Fabiano Ilha.




A Ilha da Pintada faz parte do Arquipélago que pertence a Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, Brasil.

Ilha da Pintada - fotos


















domingo, 17 de outubro de 2010

Oficinas de Artes Plásticas na Ilha da Pintada

Oficina de Desenho




Oficina de Pintura



Oficina de Cerâmica




Oficina de Origami



Oficina de Mosaico

Mosaico feito em  muro de escola.





Arte para crianças

As crianças não devem ser substimadas em seu potencial artistico. As Oficinas podem ajudar neste desenvolvimento. Na Ilha da Pintada ajudei desenvolver este potencial artistico das crianças, através do desenho, pintura, cerâmica, etc.Usando vários temas de trabalho artistico inclusive sobre a Ilha da Pintada.



Arte para adolescentes

Adolescentes também podem desenvolver seus talentos artisticos. As Oficinas são um ótimo espaço para desenvolver toda a sua criatividade. A  temática varia conforme a faixa etária de cada um, mas também é importante os trabalhos em grupo.




As Oficinas acima foram desenvolvidas por mim, Fabiano Ilha, entre 2007 á 2009.
Assistente: Cristiane B. Medina
 Local: Ilha da Pintada


domingo, 22 de agosto de 2010

A Cabana


É um dos melhores livro que li. Recomendo, todos deviam ler.



Sinopse:
O livro aborda a questão recorrente da existência do mal através da história de Mack Allen Phillips, um homem que vive sob o peso da experiência de ter sua filha Missy, de seis anos, raptada durante um acampamento de fim de semana. A menina nunca foi encontrada, mas sinais de que ela teria sido assassinada são achados em uma cabana perdida nas montanhas.
Vivendo desde então sob a "A Grande Tristeza", Mack, quatro anos depois do episódio, recebe um misterioso bilhete supostamente escrito por Deus, convidando-o para uma visita a essa mesma cabana. Ali, Mack terá um encontro inusitado com Deus, de quem tentará obter resposta para a inevitável pergunta: "Se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?"




A Cabana é um livro escrito pelo canadense William P. Young, lançado originalmente em 2007 e desde então já vendeu 12 milhões de cópias. A Cabana foi publicado em português pela primeira vez em 2008.